Distrito 1970 · Uma obra coletiva

As Coisas
Feitas

Histórias Rotárias

O que um clube concretiza pode inspirar o próximo passo de outro.

35 histórias de serviço reunidas num livro que aproxima clubes, preserva experiências e abre caminho a novas realizações.

Imagem ilustrativa da edição azul e dourada de As Coisas Feitas
Imagem ilustrativa do livro, criada a partir da capa original.
35histórias de concretizações
34clubes participantes
1970o distrito que os liga
01 / A origem

Um desafio.
Muitas vozes.
Um livro comum.

A ideia e a edição de As Coisas Feitas: Histórias Rotárias são de Fernando Couto Ribeiro, companheiro do Rotary Club do Marco de Canaveses.

Cristina Mendes, presidente do Rotary Club do Marco de Canaveses no ano rotário 2025/26, divulgou o projeto junto dos clubes do Distrito 1970 e mobilizou a sua participação, reunindo as histórias que deram corpo ao livro. Fernando Couto Ribeiro e Cristina Mendes desenvolveram, assim, este projeto em conjunto.

A obra reúne 35 histórias de 34 clubes. Cada relato traz a experiência de quem identificou uma necessidade, mobilizou vontades e levou uma ideia à prática.

Ao partilharem o que fizeram, os clubes passam a conhecer melhor o serviço uns dos outros e criam oportunidades de aprendizagem e colaboração.

Ideia, edição e colaboração

Os rostos do projeto.

Fernando Couto Ribeiro a intervir ao microfone, junto de um púlpito

Ideia e edição

Fernando Couto Ribeiro

Companheiro do Rotary Club do Marco de Canaveses, concebeu a ideia e assumiu a edição de As Coisas Feitas: Histórias Rotárias.

Cristina Mendes a intervir ao microfone, num púlpito de madeira

Divulgação e recolha de histórias

Cristina Mendes

Presidente do Rotary Club do Marco de Canaveses no ano rotário 2025/26. Divulgou o projeto e mobilizou os clubes para participarem, reunindo as suas histórias.

Cristina Mendes e Fernando Couto Ribeiro sentados lado a lado, com exemplares do livro à sua frente

Um projeto em conjunto

Duas contribuições.
Uma obra partilhada.

Cristina Mendes e Fernando Couto Ribeiro desenvolveram o projeto em conjunto, dando forma a um livro que reúne as experiências dos clubes.

Participantes reunidos em palco com exemplares do livro
As pessoas que dão rosto às histórias.Registo fotográfico do projeto
02 / O que representa

O serviço ganha novas
possibilidades quando se partilha.

01

União entre clubes

Reunir diferentes clubes nas mesmas páginas torna visível uma identidade comum. Cada experiência mantém a sua voz e passa a fazer parte de uma história partilhada.

02

Memória das concretizações

Registar o que foi feito permite preservar percursos, decisões e aprendizagens. O conhecimento pode continuar a circular para além das pessoas e dos mandatos que lhe deram origem.

03

Inspiração para agir

Conhecer uma experiência concretizada ajuda outro clube a reconhecer possibilidades na sua comunidade e a pensar nas adaptações necessárias para a levar à prática.

Ilustração de um livro aberto cujas páginas ligam pessoas e comunidades
Ilustração conceptual da partilha de experiências entre clubes.
03 / Um manual de boas práticas

Ler.
Reconhecer.
Adaptar. Fazer.

O livro pode ser usado como um manual de boas práticas: um lugar onde procurar experiências de serviço e descobrir caminhos para responder a necessidades locais.

Conhecer uma concretização

Ler a história e compreender a necessidade que lhe deu origem.

Conversar no clube

Identificar o que a experiência ensina e que perguntas vale a pena aprofundar.

Ouvir a comunidade

Perceber se existe uma necessidade semelhante e envolver quem a conhece.

Adaptar e concretizar

Ajustar a ideia aos recursos, parceiros e contexto do clube, acompanhando os resultados.

04 / A vida do livro

Há coisas feitas que merecem continuar a fazer acontecer.

05 / Para continuar a conversa

Uma experiência
que pode viajar.

O modelo de partilha pode inspirar clubes e distritos noutros contextos.

Como pode outro distrito inspirar-se?

Lançando um convite aos seus clubes para relatarem concretizações, reunindo as experiências numa publicação e criando momentos de partilha. O essencial é dar voz a quem realizou o serviço e tornar a aprendizagem acessível aos outros.

É necessário repetir os projetos tal como foram feitos?

Cada comunidade tem necessidades e recursos próprios. A leitura é um ponto de partida para conversar, ouvir as pessoas e adaptar o que fizer sentido no novo contexto.

O que torna este livro uma obra coletiva?

As histórias são contadas pelos clubes que concretizaram os projetos. Com ideia e edição de Fernando Couto Ribeiro e a divulgação e recolha de histórias por Cristina Mendes, presidente do Rotary Club do Marco de Canaveses em 2025/26, o projeto desenvolvido em conjunto liga 34 clubes do Distrito 1970 através de 35 relatos.

As Coisas Feitas · Histórias Rotárias

A próxima concretização
pode começar numa destas páginas.

Conheça o projeto, partilhe a sua ideia com o clube e descubra o que uma experiência já vivida pode tornar possível na sua comunidade.

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